O Santo Antônio inicia as festas dando ‘Boas vindas’ ao mês de junho. Pra demonstrar sua devoção, as mocinhas donzelas foram até a missa com uma vela, para pedir um casamento bom. Depois da reza arretada, correram até a praça pra encontrar o marido pedido.Na praça, toda enfeitada com fogos e bandeirolas, o sanfoneiro com o Zé do pandeiro, no palco tocando uma moda, convida os casais pra xotear no ‘antigo Mercadão’.
São João, do canto avista uma moça e a puxa pela cintura a fim de rodopiar, a donzela encantada aceita ser cortejada pra então desencalhar. Os dois entram na roda, improvisam uma quadrilha que alegrou o arraiá. E confuso de tanto licor e amendoim, João pede a mão da Bonita em casamento, ela aceita feliz prometendo tirar o Santo do castigo. Na manhã do dia seguinte a festança é garantida. Na mesa típica, bolo de milho e canjica, para os parentes e amigos de fora não reclamarem. O casório está acertado, porém o moço diz zangado que não vai se casar, Bonita fica triste, mas João a segura pela mão, levando-a para o altar. As crianças ao redor da fogueira clamam ‘Viva!’ Ao casamento que está para findar. São Pedro promete não ter chuva, para na ‘Vila Junina’, em uma noite linda à lua brilhar.
O vento tocando meu rosto, meu corpo fixo e minha mente não se desligava das vantagens de me deslocar cinco horas de viajem entre Cachoeira e Itaberaba, de ônibus, para saciar a saudades de minha mãe e meu inconformismo de um "porque" do São João que não aconteceu. Dentro do caro, de carona, já tinha as perguntas a serem feitas e as pessoas quais buscaria respostas. O primeiro momento era como um garoto apaixonado, iludido com um ideal e queria provas concretas. Mas andar nas ruas de Itaberaba já não era como antes, o clima ameno do início da noite parece ter esfriado os munícipes, não tinha certeza se encontraria alguma ornamentação central ou ao menos das casas comerciais locais. Itaberaba estava fria e sozinha, cerca de 80 mil habitantes e duas ou três pessoas no antigo circuito junino. Em outro lugar muito visitado pelos jovens ,a "Praça J.J. Seabra", pouquíssimos grupos, o coração aperta e a mente alegrou. Onde não existem fogueiras nem músicas, há saia justa. Registrei a solidão da cidade. Talvez chegar atrasado tenha aumentado à idéia de evasão local, e fiquei sabendo que sim, eu me enganara. Na secretaria de cultura do município cheguei não muito bem apresentável, entretanto o título de jornalismo e a universidade fizeram efeito. No momento da conversa com o gerente de patrimônio histórico e artístico, Agamenom Mendes, rapaz simpático, alto, moreno claro e distinto, tão sorridente quanto a logo apresentada diretora do gabinete, conhecida por Dora, uma mulher madura com voz de decidida, e vaidosa, me foi esclarecido que realmente não existia plano municipal da prefeitura para comemorar o São João, porém que alguns bairros tomaram a iniciativa e que não foi possível a recém secretaria fazer tal planejamento, pois "tomaram posse dos cargos quinze dias atrás", “... e eu, como munícipe não ouvia falar nada sobre desde o início do ano" diz Agamenom.
O nó - A transição do gestor local daria voltas na mente de qualquer um. Na última eleição para prefeito eram candidatos João Almeida Mascarenhas Filho (DEM), de família influente na cidade, e Sólon Ribeiro (PV), veterano em pleitear o cargo. João Filho lançou a candidatura de vice e seu irmão, Jadiel Almeida Mascarenhas a prefeito, sobretudo os dois estavam na lista suja, daqueles que não poderiam ser candidatos por possuir processos correndo na justiça, assim o TRE, Tribunal Regional Eleitoral da Bahia impugnou as candidaturas. Só que a mesma lei que proibia essa candidatura, ADPF 144, foi "relida" cinco dias depois pelo STF, Supremo Tribunal Federal, e o mesmo se pronunciou contra a lei. João Almeida Mascarenhas Filho relançou sua candidatura, dessa vez a prefeito. O TRE mais uma vez indeferiu o pedido, o segundo mais votado, Sólon Ribeiro, assumiu o cargo. Aí entra o TSE, Tribunal Superior Eleitoral, diplomando o primeiro mais votado, João Filho, passando por cima da decisão do TRE. À época tudo isso me pareceu politicagem. Na ultima sessão para reaver o "processo Itaberaba" o TSE deu parecer positivo a João Filho e Sólon foi deposto. Então tentei falar com o novíssimo ex-prefeito, Sólon Ribeiro (só para atualizar), e fui atendido na sua casa, mas o momento não foi propicio a um diálogos e nem na tarde do mesmo dia, segundo ele. A assessoria de imprensa da novíssima gestão concordou em falar comigo.
Voz oficial - Luciana Oliveira é uma mulher centrada e bem solicita. Ela diz não ter certeza de algum projeto para o São João e que o prazo da nova gestão é muito curto, que isso seria estar fora de foco da organização administrativa que tem que ser feita no município e a UPB, união das prefeituras baianas, indicou a economia nos gastos, embora isso não tenha sido bula para outras cidades muito menores que Itaberaba. Não tem informações de como reverter o visível déficit orçamentário do comercio. Nesse bate papo ela me pareceu bem segura do que estava fazendo e pouco segura das informações locais, até que irrompeu a nossa conversa o secretário de finanças. Sendo solicitado a ajudá-la quando questionada se haveria algum festejo que desse um jeito no "quebra" do comercio. A resposta foi não. Enfim, segundo os dois o caos que atinge a administração e finanças itaberabense complicou o planejamento de qualquer festa, até a crise mundial foi citada. Não sei se positivo ou negativo fui a minha terra natal curar males do amor e da vida, mas encontrei remédio apenas para o primeiro. A indignação fica sem um "porque", sem um paliativo, sem nada...
A cidade de Amagosa, que fica a 240 km de Salvador ,todos os anos comemora a festa junina em grande estilo. Além da festa na praça promovida pela prefeitura, os moradores e visitantes aproveitaram um maravilhoso evento realizado em um hotel fazenda da cidade.Em pleno São João, o "Hotel Fazenda Colibri" realiza o Forró do Piu Piu há 13 anos, reúne com muita alegria e descontração gente bonita e bandas de peso. O público curte shows com artistas consagrados e iniciantes em vários estilos musicais.A festa acolhe todo tipo de público desde casais que procuram um lugar agradável, seguro e bem estruturado para passar o São João e os jovens à procura de muita curtição.Este ano a produção do forró, trouxe as atrações: Aviões do Forró, Asa de Àguia, Jorge & Matheus, Alexandre Peixe, Cangaia de Jegue, Tio Barnabé, Víctor & Léo, Claudinha Leite e surpreendeu o público trazendo a banda Harmonia do Samba que mostrou a mistura de ritimos tem tudo a ver com a festa junina.
Cachoeira "cidade-monumento", depois de Salvador, pequena cidade do interior da Bahia, possui o maior acervo barroco do Brasil e é famosa também pelo seu samba de roda. Assim Cachoeira e sua tradicional Feira do Porto se abriu para os festejos juninos e inebriou o coração dos visitantes com inúmeros artigos de artesanato. A feira aconteceu durante o dia, abençoada pelas águas do rio Paraguaçu. Com esse clima, Cachoeira recebeu seus convidados com muita cultura, muita música às margens de um rio de história.
O Forró, o Arrocha e o Samba-de-roda dominaram a programação do São João 2009 na cidade de Cachoeira, localizada a 116 km de Salvador, no Recôncavo Baiano. O calendário oficial da festa ocorreu de 22 a 25 de junho, incluiu shows e apresentações de grupos locais e nacionais.
PROGRAMAÇÃO DO SÃO JOÃO:
22/06 Segunda-Feira Samba de Roda Esmola Encantada Virgílio Festival de Música Junina Mulher Bandida Forró Fantástico
23/06 Terça-Feira Sedução do Prazer Banda Forró da Discarada Vou de Xote Cavaleiros do Forró
24/06 Quarta-Feira Samba de Roda Filhos da Barragem Samba de Roda Filhos do Caquende (Filha de Iamin) Samba de Roda de Dona Dalva Nenho e Grupo Jeito de Amar Saia Roda Tio Barnabé Marrom Glacê
25/06 Quinta-feira Vibra Samba Banda só as cabeças Calypso Psirico Sine Calmon e Banda Morrão Fumegante
As atrações mais esperadas pelo público foram Tio Barnabé, Cavaleiros do Forró, Calypso e Psirico.
Para os que curtem um forró pé-de-serra, foi instalado na Praça 25 um palco alternativo, com direito a manifestações culturais. Nesta praça foi montado um verdadeiro arraial com direito até a barraca de diversão com antigas brincadeiras onde diversas atrações se revezaram para proporcionar uma legítima festa junina. Nesta época do ano as pessoas já começam a arrastar o pé e se contagiar pelo forró. Na cidade de Cachoeira tem apresentações de quadrilha, na qual se deixam levar por vários ritmos, alegrando o público.
Além das tradições e dos costumes que cercam a festa de São João, existem também algumas lendas presentes na época destes festejos, como: BOMBAS, BUMBA-MEU-BOI, FOGUEIRA, SANTO ANTÔNIO...
Às margens do Rio Paraguaçú, além das atrações artísticas são comercializados objetos de cerâmica, artesanatos, e barracas que comercializam comidas típicas como pamonha, milho cozido, amendoim, bolos de aipim, e a tradicional maniçoba, uma comida que nos dias de São João não é muito procurada. Não esquecendo também dos licores de Coco, Amêndoa, Jenipapo, Tamarindo, Cajá, Passas, Abacaxi, Banana, Menta, Chocolate, Café, Morango, Gengibre e outros. Outras comidas típicas são: Cuscuz, Canjica, Pudim de milho verde, Bolo de Milho Verde, Bolo de Massa (conhecida como Massa Puba), Mandioca, Pipoca, Laranja, Queijo e Caldo de Sururu.
Na Feira do Porto ao realizar entrevistas a respeito do São João, encontrei pessoas muito simpáticas e carismáticas. Dentre essas destacou-se Márcia, ela tem 40 anos, casada, não tem filhos, é de Salvador e tem 18 anos que visita a cidade de Cachoeira no período da festa Junina. Segundo ela é uma das melhores festas do Recôncavo.
Carol (28 anos), Luzia (29 anos) e Aline (26 anos) também foram entrevistadas, elas vieram de Salvador com mais outras amigas e primos para prestigiarem o São João e aproveitarem para passar esses dias com a família e amigos que só ver uma vez ou outra que são da cidade de São Félix, cidade vizinha de Cachoeira. Elas estavam bem animadas e loucas para que chegassem logo à noite para curtir Tio Barnabé. Uma das bandas mais esperada pelo público.
Nesse período do ano, principalmente no nordeste do país, a movimentação de pessoas acontece no sentido inverso, ou seja, das grandes cidades para o interior, situação motivada pela tradição e pelos grandes festejos. Por isso, é o momento em que os municípios se tornam o foco da atenção da mídia e podem se desenvolver tanto em relação ao turismo quanto economicamente. Em consequência disso a política se mostra bastante interessada, destinando verbas para contratação de bandas e alta infra-estrutura na construção de palcos e organização das festas.
O "Arraiá do Berimbau", pode ser considerado um grande exemplo, que é a festa de São João realizada em Conceição do Jacuípe, na praça Manoel Teixeira de Freitas e na praça Beijamim Costa. O arraiá desse ano aconteceu entre os dias 20 a 24 de junho com muitas atrações, merecendo destaque: a banda de forró pé-de-serra, Cangaia de Jegue, Aviões do Forró, a banda mais esperada do arraiá, o forró da Estakazero que se destaca por conseguir mesclar o moderno e inovador, com as raízes tradicionais da cultura nordestina, nas letras, nos arranjos das músicas, no figurino e na cenografia dos shows, Trio Nordestino que mostra a essência do que representa o nordestino porque carregam heranças, Bruno e Marrone, as banda Saia Rodada, Colher de Pau e Flor Serena.
Atrações essas que chamaram a atenção de muitas pessoas que procuravam diversão de boa qualidade sem gastar muito. A festa foi inteiramente aberta ao público, realizada pela prefeitura da cidade. Havendo a integração entre a população local e os vários visitantes que lotaram as praças durantes todos os dias. Com relativa tranquilidade, e baixo índice de violência a festa superou expectativas e vem a cada ano se tornando mais conhecida.
Forró até o amanhecer
Descaracterização
Mas como em outras localidades o período de festa, que deveria ser de tradição e muito forró, vem sendo descaracterizado com a assimilação ao carnaval até mesmo pelas muitas inovações. Nesse aspecto, uma transformação essencial ocorreu merecendo destaque: a mudança no estilo das músicas, com a introdução de novos instrumentos por exemplo, e a diversificação nas festas com a adição de novos ritmos musicais como o axé e o pagode. Nos mesmos dias da festa junina aconteceram na cidade o "Arrastão Coyote Aloprado" e o "6º arrastão to na mídia", festas essas, com camisas padronizadas e muita bebida disponível. Com isso o que se percebe hoje em dia é mudança na maneira de comemorar, em contraste com as questões religiosas que moviam as festas de São João e que eram promovidas com o intuito de puramente festejar o dia do santo, além disso, a elas eram agregadas as tradições, faziam-se fogueiras e comidas típicas na casa das famílias, onde existia o autêntico forró em suas várias modalidades, quadrilhas, entre outros. Outra mudança perceptível que vem contribuindo na perda do caráter elementar e da autenticidade do festejo se encontra em utilizar a data visando apenas o lucro sem prestigiar a essência do valor cultural da mesma. Entretanto, fica visível que mesmo não seguindo as tradições, conseguem ao seu modo se divertir transmitindo muita alegria que é a característica não só do nordestino mas do povo brasileiro em geral.
O São João de Lauro de Freitas, “Arraiá no Interior”, aconteceu nos dias 22 e 23 de Junho sempre a partir das 19 horas, na Praça Matriz e resgatou a tradição do Samba Junino, manifestação típica local e teve como atrações 20 Xotear, Trio Luar do Sertão, Eralson Romão, Zelito Miranda e quadrilhas juninas.
A Secretaria de Cultura e Turismo de Lauro de Freitas (secult) esperou um publico de mais de 30 mil pessoas por dia, repetindo o sucesso dos anos anteriores, que colocaram a cidade nos festejos juninos da Região Metropolitana “Somos uma alternativa às megas festas do interior. Também temos a vantagem da proximidade com a capital”, acrescenta o secretário Antonio Lírio, lembrando que desde 2005 o São João de Lauro de Freitas atrai publico de cidades vizinhas. O clima de São João em família ganha força no arraiá da cidade. Este ano, o trio elétrico usado nos anos anteriores foi substituído por um palco, com menos de 2 metros de altura. “Isso traz proximidade maior entre o público e os artistas”, completa o secretário. Baseada num típico arraiá de interior, a decoração da praça trouxe os estandartes juninos, bandeirolas e barracas com produtos típicos, a exemplo do beiju produzido pela comunidade do Quingoma, da zona rural da cidade.
A festa de São João no município de Serrolândia, a 336 km de Salvador, aconteceu nos dias 12, 12, e 14 de junho. O “Arraiá du Licuri” ocorre há dezessete anos, com uma programação constituída a partir dos mais variados elementos da tradição junina.A abertura da festa foi uma tradicional alvorada, que às 04hs do dia 12 saiu da residência do prefeito da cidade, Gildo Bispo Mota, com destino ao circuito da festa e sob a animação de uma pequena banda de sanfoneiros.As atrações responsáveis pela alegria e agitação dos três dias de festa, que aconteceu na Praça Leopoldo B. Vilas Boas, no bairro do Sol Nascente, e que esse ano trouxe como tema “O Casamento Matuto”, foram as seguintes bandas: Flávio José, Caviar com Rapadura, Canários do Reino, Neguinho Bahia, Brega e Vinho, Fulo de Caçutinga, Xamego Novo, Roberinho e Diael, LPM, Cartão de Luxo, Tigres do Forró, Trio Jacobina e Jean e Forró Xodozar.
O Arraiá é muito conhecido na região do piemonte da Chapada Diamantina, por atrair turistas dos quatro cantos do país, e é marcado pela grande animação do forró pé de serra, ritmo musical peculiar do sertão nordestino, e pela preocupação em manter viva a tradição das manifestações culturais do município.Serrolândia é conhecida como a cidade do licuri, que é um fruto nativo da região. O licuri por muito tempo foi o produto principal da economia do município. Como pode ser usado na fabricação de óleos, ele é ainda hoje exportado para outras regiões do país. O “Arraiá du Licuri”, portanto, é uma homenagem e reconhecimento da importância desse fruto para a cidade.
A festa no Pelourinho que ocorre de 10 a 28 de junho está atraindo não só a população de salvador, mas os turistas que chegam à Bahia para visitar a cidade de Salvador, e a partir daí passam a conhecer a tradicional festa junina. “Eu venho sempre à Bahia a passeio no Carnaval, mas não conhecia o São João. Estou achando muito divertido, é bem animado e estou adorando as comidas típicas, elas são deliciosas”, declarou o turista mineiro Anderson Nunes. Assim como Anderson, turistas de vários estados do Brasil também estão sendo atraído pelo ritmo do forró, pela energia contagiante do povo baiano e pelas comidas típicas para curtir o São João, uma festa tão tradicional no estado. Quem não pode viajar para o interior, por qualquer que tenha sido a razão, não se arrependeu em ter curtido o São João no Pelourinho. A decoração do Pelô estava tipicamente de acordo com a festa, e as inúmeras atrações que passaram por ali, tanto no palco principal (Terreiro de Jesus) que tinha apresentações de bandas de forró, quanto nos palcos alternativos que tinham outras atrações, atraiam em muito o público que se divertiam a noite toda, tinha o público jovem que dançou forró e curtiu outros ritmos, os mais experientes que curtiram a apresentação de quadrinhas sem deixar o típico forró de lado e um público infantil muito forte. O primeiro dia de festa no Pelô (10) teve como atração principal Elba Ramalho que fez a alegria do público presente com seu ritmo característico do Nordeste e sua expressão forte de linda mulher guerreira. Já o segundo dia (11), contou principalmente com a atração de Estakazero com o seu forró pé de serra, e fez o povo dançar coladinho e se divertir a noite toda. No terceiro dia de festa no Pelô (12), a principal atração musical foi Geraldo Azevedo que contribuiu em muito para atrair o público do dia. O quarto dia de festa (13) foi marcado pelas bandas Cavalo Doido e Cangaia de Jegue. A partir do dia 19, a cidade de Salvador já estava totalmente no clima do feriadão de São João e isso contribuiu para que o público aparecesse em massa para a festa junina do Pelô. Nesse dia as atrações agradaram muito o público, e com isso a retomada do são João no pelô foi muito bem comentada. De início apresentou-se a banda Ceguera de Nó, logo após, Gilberto Gil (a atração principal da noite) se apresentou contagiando e alegrando o público com suas músicas. A cantora Daniela Mercury foi a grande atração do sábado (20), com o show que agitou as mais de 20 mil pessoas que lotaram o terreiro de Jesus. “Eu fico muito feliz em participar do São João, já que fico tanto tempo ausente com outros compromissos profissionais, então, quando posso, adoro curtir e cantar nessa festa linda, com a qual me identifico tanto”, afirmou Daniela. Em outro canto do Pelô, na Praça Quincas Berro D’água, o grupo de samba de roda BarLavento cantou músicas em homenagem ao São João, com letras que incorporam o cotidiano dos moradores do Recôncavo Baiano.
A noite de festa do dia 21 foi iniciada pela banda Quininho de Valente, logo após teve a banda sertaneja Flor de Canela que proporcionou uma mistura de ritmos. A banda que fechou a noite foi Sarapatel com Pimenta.
O dia 22 foi marcado como uma noite de grandes atrações. O palco principal no Terreiro de Jesus teve inicio às 20hs com a banda Cacau com Leite, mais tarde o grande cantor Dominguinhos alegrou e contagiou a noite dos baianos e turistas que estavam presentes na festa. Na madrugada foi á vez de Gereba contagiar o povo com sua música. Nos palcos alternativos do Pelô pode-se ver a apresentação de quadrilhas, a exemplo da quadrilha da cidade de Cachoeira, entre outros tipos de ritmos e atrações que agradaram e divertiram o público. No dia 23, na véspera do feriado, a programação do palco do Terreiro de Jesus contou com apresentações de Val Macambira e a banda Falamansa, que fez o público dançar muito forró sem perder o entusiasmo a noite toda. A última atração a subir no palco principal foi o Bando Virado no Mói de Coentro. A estimativa da Polícia Militar é que 70 mil pessoas participaram dos diversos eventos realizados na noite desta terça-feira (23). Aqueles que não quiseram ficar no palco principal puderam curtir a noite nos palcos alternativos: na Praça Tereza Batista, com diversos ritmos; na Praça Pedro Arcanjo e na Praça Quincas Berro D’Água, onde forrozeiros de cultura nordestina fazem shows; no Cruzeiro de São Francisco, onde acontece o Festival de Quadrilhas. Já no Largo do Pelourinho e nas Ruas do Pelô, bandas de fanfarra fizeram a alegria das pessoas que gostam do embalo das marchinhas de antigamente. Durante a nona noite de forró no Pelourinho, baianos e turistas lotaram as ruas do Centro Histórico para curtir a programação do São João da Bahia. Na quarta-feira (24), dia de São João, o público curtiu a noite ao som do cantor Daniel, principal atração da noite. Também se apresentaram no palco principal o forrozeiro Zelito Miranda e o cantor Raimundo Sodré. Na sexta-feira (26), a Banda Imortal iniciou com muita alegria mais uma noite de comemoração no Pelô, logo após o Trio Nordestino continuou o embalo do São João, na madrugada o Forrozão esquentou o público e fechou a festa no Terreiro de Jesus. O público presente curtiu a noite toda no décimo primeiro dia de São João no Pelô. No penúltimo dia de festa (sábado 27), Carlos Pitta fez sua apresentação no terreiro de Jesus. No meio da noite a hora mais esperada da noite, Alceu Valença fez uma belíssima apresentação que levou o público a dançar e se alegrar sem se cansar. Na madrugada do sábado para o domingo Renato Fechine se apresentou fechando mais uma noite de festa no Pelô. No domingo (28) a programação termina com os shows de Kiko Salli, às 20hs, Miguelão do Forró, 22h30 e Filomena Bagaceira à 1h.
A tradição da queima de espadas em Cruz das Almas é secular, porém não existe ao certo uma convicção, apenas que os buscapés deram origem às espadas. São artefatos de fogos de artifício quando acesos, queima, giram, serpenteando pelo chão e soltando faíscas. A forma artesanal dá origem às espadas. O fabrico consiste em muito trabalho. Diversos produtos são usados durante a fabricação, dentre os quais: enxofre, carvão, salitre (nitrato de potássio) e limalha que são misturados, depois pilados e peneirados dando origem à pólvora.
Preparo - A cera de abelha, o óleo de coco, a parafina e o breu são adicionados e vão ao fogo em altas temperaturas dando origem ao cerol, usado para encerar os barbantes que enrolam os bambus. Estes são cozidos, posteriormente separados por bitolas, serrados em variados pedaços e colados ao sol para secar, em seguida são enrolados, na maioria das vezes manualmente. O arremate do bambu consiste em unir a base de cinco a seis centímetros, depois no corpo da espada um espaçamento de uma para outra até o fim, porém com espaço de um centímetro, em seguida são serrados novamente em pedaços de mais ou menos vinte a vinte e cinco centímetros. A argila (barro) é pilada e peneirada, após pilado dentro do bambu (nas espadas), o barro compacta as duas camadas entre a pólvora que fica no meio das espadas. Usa-se para pilar o barro e a pólvora um ferro e um macete de madeira, as camadas recebem centenas de piladas. Em seguida as espadas são perfuradas milimetricamente, ponto crucial, pois este escape ou orifício é o que dá pressão nas espadas para rabear, fator determinante, se vai explodir ou subir, estourar ou queimar normalmente. Depois de furadas, as espadas recebem a escova, a boca de cor e são enfeitadas. Este ciclo dura em média sessenta dias. Riscos - Os riscos de acidentes começam justamente no manuseio da pólvora que, na maioria das vezes, são fabricadas em fundos de quintais sem as mínimas condições de segurança. Outro fator de perigo é a bitola, o tamanho e a largura do bambu, pois se muito grosso e grande com certeza irá causar danos. As espadas não foram feitas pelos antigos fogueteiros para machucar ninguém, no entanto com o passar dos anos a coisa foi perdendo o controle e realmente ficando muito perigoso. Hoje existem pessoas que fabricam espadas muito violentas, mas as maiores parte dos espadeiros são conscientes e fazem as espadas para brincar e vender, pois o comércio das espadas movimenta economia de muitas famílias em Cruz das Almas. Mesmo as espadas mais fracas podem queimar, contudo as espadas mais fortes causam prejuízos materiais e a humanidade.
É prudente evitar associação entre as espadas e o álcool, pois se torna uma mistura perigosíssima, o São João de Cruz das Almas é composto de vários eventos, dentre eles podemos destacar o arraia do Parque Sumaúma e neste ano a novidade da Praça Multiuso. Além disso, existe uma cultura muito interessante, mas pouco divulgada, que é a maioria das casas abertas para receber os visitantes com iguarias, e, para quem gosta, muito licor, a queima de espadas se dá em ruas com tradição que deveriam ser divulgadas também pelo poder público e na Praça do Senador Temístocles a partir das 14:00h do dia 24 de junho, onde acontece a grande concentração de espadeiros.
O são João de São Gonçalo dos Campos é conhecido como um dos melhores do Estado. E este ano o prefeito de, Antonio Dessa, o “Furão”, não mediu esforços para proporcionar àqueles que gostam de um bom “arrasta-pé” uma super festa junina. Na cidade a comemoração é democrática. Existem opções para todos os gostos. Do forró pé-de-serra ao “eletrônico”, passando por bandas de axé, de reggae e pelos pick-ups das boates, tem de tudo nos festejos. Pra quem gosta de festa “de largo”, e também para quem prefere um ambiente mais privado.
No parque Maria Mineiro aconteceu um dos eventos mais badalados do São João 2009, freqüentado por gente bonita e animada da sociedade baiana. Em seu primeiro ano de realização, o forró Maria Bunita trouxe como atrações principais as bandas Chiclete com banana e Aviões do Forró, dois sucessos fenomenais. Além delas, também fizeram a festa Adão Negro, Tio Barnabé, Sarakura e DJ Agenor. Este arraiá foi animadíssimo, pelos seus diversos estilos musicais e por ser um espaço amplo e confortável, com estacionamento privativo, praça de alimentação e segurança especializada. Tudo isso garantido por Eraldo Souza, da ES entretenimento, responsável pela organização da festa. Enquanto acontecia este forró, em praça pública a festa continuava com os shows de Cavaleiros do Forró, Estakazero e bandas regionais animaram noite de terça- feira, atraindo visitantes de Salvador, Feira de Santana e região.
O São João de São José, que aconteceu no Distrito de Maria Quitéria, entre os dias 20 e 23 de Junho, trouxe grandes atrações nacionais como Leonardo, Saia Rodada, Dominguinhos, Raça Negra, Magníficos, entre outros. A festa é bastante procurada pelas pessoas de cidades e distritos mais próximos, sendo em sua maioria feirenses. Neste ano foram disponibilizados pela prefeitura de Feira de Santana 26 ônibus para o transporte de passageiros Feira x São José, além de bestas e vans que também estavam fazendo o transporte. Ao todo foram sete noites de festa, quatro no São João de São José e três no São Pedro de Humildes. O diretor do Departamento de Eventos, Naron Vasconcelos, comenta que no palco "Maria Quitéria" passaram as principais atrações da música nordestina.
No Maria Quitéria 14 atrações se revezaram em quatro dias da festa. Outras apresentaram-se no Palco Cultural, um local específico para eventos culturais.
No dia 20 - sábado - foi o dia das atrações Q Xote é Esse, Carlos Pitta e a esperada Banda Saia Rodada. A expectativa era grande, pois a banda, um dos maiores sucessos de público, iria se apresentar pela primeira vez no São João de São José. Cantando sucessos antigos e atuais do forró, Saia Rodada levou outros ritmos como arrocha e pagode.
Murmúrios - Conversando com moradores do distrito de Maria Quitéria, ficou claro a importância da festa. “Na época do São João ganhamos renda extra, vendendo licores, e outras bebidas”- afirmou Senhor Antônio Silva que mora bem próximo à praça onde ocorre a festa. Os moradores montaram barracas caracterizadas, na maioria das vezes na porta de suas casas para chamar a atenção das pessoas. Um parque de diversões também estava montado em frente ao Palco Cultural em São José. Antes do período junino correram boatos que não haveria São João em São José. E, mais tarde, que a festa seria no Parque de Exposições, onde acontece a Expofeira. Mas ouve muitas reclamações dos moradores. “Não poderia ter mudado o local da festa, é tradição o São João de São José, é assim que ele é conhecido, além da renda que tirariam das pessoas que moram lá!”- disse Suely Souza, que mora em Feira, e costuma ir sempre ao São João de São José. Mas os boatos acabaram quando a grade das atrações foi divulgada no site da Prefeitura de Feira de Santana
A praça onde ocorreram os shows estava muito arrumada, com decoração colorida de bandeirolas, balões, lâmpadas e várias barracas que vendiam comidas e bebidas típicas do São João.
Além das festas e dos grandes shows, São José também traz renda para a população do distrito, e mostrou a cultura da região no Palco Cultural, com quadrilhas, artesanato e danças regionais.
Um dos destinos mais procurados durante os festejos juninos foi Ibicuí, que com sua festa e tradição atrai pessoas de diferentes regiões da Bahia. O projeto do São João tem como objetivo atrair visitantes para conhecer e apreciar a cultura local, gerando desenvolvimento e renda para o município e toda comunidade. Por isso a cidade vem recebendo seu público com hospitalidade e muito forró. O São João de Ibicuí é uma realização da comunidade Ibicuiense através da Prefeitura Municipal, que busca parceria com o Governo do Estado através da Bahia Tursa, Secretaria Estadual da Cultura, Ministério da Cultura e apoiado pela TV Santa Cruz, TV Sudoeste e Mídia Regional.
Grande expectativa girava em torno da maior festa de camisa do São João da Bahia, o “Tico-Mia”, que completou 22 anos de história, com a participação de seis grandes bandas de forró. Foram elas: Aviões do Forró, Calcinha Preta, Cavaleiros do Forró, Dorgival Dantas, Forró do Bom e Lordão. O produtor da festa afirmou que suas expectativas foram atingidas, e segundo a Polícia Militar, a festa atraiu o maior público em relação aos anos anteriores. Bruno Fernandes (32), segurança da festa pelo terceiro ano consecutivo, diz que a bebida livre é a maior responsável pelas confusões que ocorrem durante o evento. Em meio à entrevista, Bruno foi assediado por mulheres falando em alto e bom som “este segurança é o homem mais bonito daqui!” mas como um bom profissional levou na esportiva e seguiu seu trabalho.
Um evento mais novo, porém não menos esperado que o Tico-Mia, foi o “Brega-Light”. No seu oitavo ano, foi sucesso de vendas, tendo suas camisas esgotadas semanas antes da sua realização. A festa teve em sua composição, bandas que destoam da tradição dos festejos juninos, como: Parangolé e Mc Sapão que apresentaram os shows mais esperados da noite. Ingrid Cruz (22), carioca, afirmou ter gostado do ambiente, mas acredita que o Mc Sapão deixou a desejar na animação do público já que no Rio de Janeiro seus shows são polêmicos.
Na praça principal de Ibicuí, onde está montado o palco, Dona Jaci (70), moradora antiga, vende caldo quente. Muito simpática, e com rugas que marcam a expressão de uma pessoa sofrida, ela fala do São João de sua cidade, garantindo ser o melhor do planeta. Dona Jaci comentou ser a época em que seus filhos conseguem dinheiro mais fácil e rapidamente, “é o período em que consegue pagar todas as dívidas”. A casa alugada há mais de cinco anos, tem dois quartos, um banheiro, cozinha e área nos fundos. Sendo espaçosa, a residência aloja grande número de pessoas, e o valor de cinco mil reais do aluguel, fica menos oneroso, já que é divido por grande número de pessoas.
O babado é certo - Em meio à descontração da entrevista, rapidamente se percebe a chegada do horário da primeira banda da noite, uma banda local chamada Baby Doll de Madame, dando oportunidade também aos talentos locais. Sete horas em ponto, inicia-se à maratona de shows na praça, e o público invade o local, num clima de total descontração e muita paquera. É de se admirar a grandiosa estrutura disponibilizada no local, composta por barracas que ofereciam as mais diversas comidas típicas e o tradicional e disputado licor, fonte de renda pra muitos nessa época, visto ser um produto genuíno e característico dos eventos juninos.
E não era só a organização que dava o tom dessa festa, muitos visitantes pareciam surpresos ao comentarem a falta de confusão, tumultos e eventuais brigas, comuns em festa de grandes aglomerados de pessoas e, obviamente, regados a muita bebida. Outro fator bastante evidente, e incentivador para muitos, era a busca pelo seu par durante os shows. Muita gente que chegou sozinho saiu garantindo que não permaneceu assim. E não pense que a paquera tinha restrições não, o público GLS também participava e eram sempre os mais irreverentes. Um dos entrevistados foi justamente um jovem bastante conhecido pelo pessoal local, o “Pandora”, gay assumido, ele finaliza de forma hilária nossa conversa revelando todo o clima da festa em apenas uma frase: “Porque aqui em Ibicuí colega, o babado é certo!”
O centro comercial de Feira de Santana respirou o clima dos festejos juninos com a promoção do 8º Arraiá do Comércio, do dia 10 até o dia 18 de junho, tanto na praça João Barbosa de Carvalho (a do Fórum Filinto Bastos) quanto no Mercado de Arte Popular (MAP). Durante nove dias, o público caiu no arrasta-pé puxado por 46 shows de forrozeiros e outras 13 apresentações da cultura regional. A abertura oficial do Arraiá ocorreu com a presença do prefeito Tarcízio Pimenta e dirigentes comerciais. O show com o forrozeiro "J. Sobrinho"atraiu centenas de pessoas. O evento é uma promoção do Sindicato do Comércio de Feira de Santana e do Serviço Social do Comércio (Sesc) com apoio da Prefeitura municipal e participação do MAP. A participação de 83 famílias, principalmente da zona rural, comercializando comidas típicas, bebidas e doces, além de artesanato. "É um evento muito importante porque a gente resgata a cultura das festas juninas" o Prefeito frisou ao convidar o público para os festejos do São João de São José, na sede do distrito de Maria Quitéria. O presidente do Sindicato do Comércio, José Carlos Moraes, lembrou também da passagem desta festa pela praça Bernardino Bahia. "É uma festa que vem crescendo a cada ano e hoje ocupa um espaço quatro vezes maior. Espero que aqui todos brinquem com tranqüilidade, dentro do espírito dos festejos juninos", afirmou. Já a gerente do Centro Sesc em Feira de Santana, Maria Teresa Gomes Cerqueira, agradeceu pelo apoio de todos envolvidos na promoção e destacou a importância para a comunidade em função de proporcionar lazer dentro do clima de festividade típica do período.
O São João é a maior representação festiva do povo nordestino e em Santo Antonio de Jesus, a 184 km de Salvador não foi diferente. Mais uma vez a cidade preparou uma grande festa para receber turistas das mais diversas partes do país. Os maiores sucessos foram Victor e Léo, Calypso, Adelmário Coelho e a banda Magníficos. As festas fechadas ou “festas de camisa” como são conhecidas, também atraíram muita gente este ano, com Forró do Visgo que teve como atração principal a banda Harmonia do Samba, e o Forró da Mãe de Oca, que contou com Daniel.
Slogan do São João 2009, que traz o tema “O sertanejo nordestino”.
Gente bonita
Muita gente bonita passou pelo circuito da festa durante os cinco dias de animação.
E teve atração não só nos palcos, na noite do dia 22, Aline Rosa, vocalista da banda Cheiro de Amor, esteve acompanhando a festa no camarote oficial do São João.
Como boa parte das cidades vizinhas tem atrações no São João, a maioria dos turistas vem de outros estados. O estudante de administração Bruno Gabriel (20), que veio de Belém do Pará, falou ao nosso blog:
COM-ART2:O que você está achando do São João de Santo Antonio de Jesus?
BRUNO:Muito bom, uma festa muito linda, muito bem organizada, grandes atrações, perfeito!
COM-ART2:Do que você está gostando mais?
BRUNO:Das pessoas... Muita gente bonita. Uma energia muito legal, muito positiva. Estou gostando bastante.
COM-ART2:Vai voltar no ano que vem?
BRUNO:Espero que sim, eu gostei muito desse ano, quero voltar sim.
Cartaz do “Forró da Mãe de Oca” festa privada da cidade.
Autoridades comparecem
Durante os dias de festa estiveram presentes no camarote oficial da festa os Deputados Federais Jutahy Junior (PSDB-BA), Tonha Magalhães (PR - BA) e ACM Neto (DEM-BA), os Deputados Estaduais Arthur Maia (PMDB-BA) e Alice Portugal (PCdoB-BA), o Senador César Borges (PR-BA) e o Presidente do PSDB-BA Antonio Imbassay, além de diversas autoridades locais. Entrevistamos o vereador Ailton do Sindicato (PT-BA), que estava na pista com toda a sua família. COM-ART2: Aílton porque você está aqui na pista e não no camarote? AÍLTON: Essa foi uma idéia do companheiro Uberdan, eu estou aqui e ele ta num outro ponto do circuito, daqui dá pra gente ter uma dimensão maior da festa, e ver se as pessoas tão gostando, o que precisa melhorar para o ano que vem, por isso. COM-ART2: E até agora, você está gostando do que está vendo? AÍLTON: Muito... Sabe tudo que agente planejou agente ta vendo que ta dando certo, os turistas estão gostando, só se ouve falar bem do São João de Santo Antonio de Jesus. COM-ART2: E pra ano que vem, qual é a expectativa? AÍLTON: A melhor possível. Vamos fazer bem melhor do que este ano sem dúvida, e por ser ano de copa do mundo, agente já tem uma temática riquíssima para trabalhar então isso vai ajudar bastante.
Por causa da concorrência, o Forró do Visgo também investiu na propaganda.
Comércio e saúde
Daniel fotografado ao lado de uma fã.
Muitos comerciantes preferiram montar suas barracas e ganhar dinheiro na festa e foram recompensados, os turistas consumiram muita comida e bebida durante as quase 100 horas de música, Os Motoristas de táxi e de transporte alternativo também garantiram a volta pra casa dos turistas e de quem exagerou no álcool. Os catadores e ambulantes também garantiram a renda extra, trabalhando durante a folia. Agentes de saúde se revezaram num mega plantão para alertar sobre os perigos das DST (doenças sexualmente transmissíveis) e distribuir preservativos. Ao todo foram realizados cento e quarenta e oito atendimentos e seis hospitalizações, no posto médico do circuito, a maioria por embriaguez, falta de ar e picos de pressão.
Quero mais
Dupla Victor e Leo, posa para fotos com fã
Cerca de 125 mil pessoas estiveram na Cidade do Forró, na noite do dia 23 e ao longo das cinco noites foram cerca de 450 mil pessoas assistindo as mais de 45 atrações. Para o ano que vem o Secretário de Cultura espera manter a área que ficou conhecida como Cidade do Forró com seus 35.000m2, além de contratar mais atrações de peso como Victor e Léo e Calypso que agitaram a festa deste ano.
Mais de 125 mil pessoas foram a “Cidade do Forró”, na noite do dia 23
Fazemos parte do Centro de Artes, Humanidades e Letras, localizado na cidade de Cachoeira/Ba.
Somos estudantes do 1º semestre do curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo.
Esse é um blog laboratório ministrado pelo professor Robério Marcelo, com manuntenção dos discentes da turma vespertina.
SEJAM BEM-VINDOS!